ECONOMIA: Vendas de máquinas de costura crescem 30% em 2019

 Cenário é impulsionado especialmente por artesanato, aponta a principal revendedora de maquinário no país

 

Impulsionadas principalmente pelo setor de artesanato, a indústria de máquinas de costura tem registrado um crescimento robusto nos últimos anos no Brasil, especialmente durante o período conhecido como “pós-crise”.

Segundo a Andrade Máquinas, a principal distribuidora deste tipo de máquinas no país, as vendas de máquinas domésticas – bastante utilizadas por quem trabalha com artesanato – já acumula alta de 30% no 1º semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2018. Já em relação ao faturamento, o crescimento tem sido em torno de 20% ao ano.

O gerente de Produtos da Andrade Máquinas, Dagoberto Abrão, observa que, apesar dos proprietários de ateliês estarem entre os principais consumidores dos maquinários da empresa, as pessoas desempregadas também ampliaram a diversidade do perfil de compradores inseridos na chamada “economia criativa”, formada especialmente por mulheres e pessoas na faixa da terceira idade e que trabalham com patchwork.

“Para driblar a crise, que teve o seu período mais crítico entre 2014 e 2016, muita gente que foi demitida aderiu à compra de máquinas de costuras domésticas para fazer patchwork, bordados e, assim, aumentar ou complementar a renda da família”, explica Abrão.

Para o gerente de Produtos, quem optou por trabalhar com artesanato fez uma boa escolha, tanto que o mercado está em alta há algum tempo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que cerca de 10 milhões de brasileiros vivem da venda de produtos feitos manualmente. Já o mercado movimenta em torno de R$ 50 bilhões por ano. “Em virtude da industrialização e a produção em massa de produtos, as peças artesanais, muitas vezes exclusivas e originais, ficaram cada vez mais valorizadas”, aponta.

Abrão acredita ainda que a alta nas vendas das máquinas de costura também tem relação quanto à acessibilidade na compra, incluindo parcelamento, que pode chegar a 12 vezes em alguns lugares.

“As máquinas de costura são mais baratas, com ticket médio de R$ 1,2 mil. A mais vendida do nosso portfólio pertence a um modelo que custa, em média, R$ 1,9 mil para o consumidor final. Já as máquinas de bordado, muito usadas para personalizar enxovais, toalhas, bonés, uniformes escolares e profissionais, têm ticket médio de R$ 3,6 mil”, compara Dagoberto Abrão.

Crédito: Divulgação/ANDRADE MÁQUINAS.

SOBRE A ANDRADE MÁQUINAS

Há mais de 50 anos no mercado de máquinas de costura industriais e domésticas, a Andrade Máquinas trabalha com produtos para todas as necessidades da indústria de confecção em geral, desde o corte até o acabamento. A empresa é a distribuidora oficial das melhores marcas do mundo. Acesse www.sansei.com.br.

 

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